O poder da música na sociedade e como ela nos influencia

O poder da música na sociedade e como ela nos influencia

A música é uma arte muito poderosa, pois ela pode nos tranquilizar, acalmar, inspirar e educar. Talvez uma razão para isso aconteça seja porque ela é executada por pessoas que colocam suas emoções, somando as suas falhas humanas e algo que acontece no seu dia a dia, e é por isso que ler letras no papel nunca é suficiente.

As músicas sempre refletiram o mundo, refletindo as coisas acontecendo ao nosso redor e, sem dúvida, a música muda a sociedade como nenhuma outra forma de arte.

A utilização da música na sociedade

A música pode ser considerada uma das artes que mais influencia na sociedade. Atualmente, o mercado da música é utilizado para alienar e controlar quais serão os repertórios que vão ou não fazer sucesso.

Em detrimento disso, a identidade e a riqueza cultural vem diminuindo, ao passo que, no cenário atual, as pessoas escutam músicas que possuem uma letra pobre com batidas repetitivas e muitas delas plagiadas de canções de sucesso.

Consequências de utilizar o poder da música para o mal

A música pode afetar o caráter de uma pessoa, pois cada pessoa é capaz de trazer para dentro de si a mensagem que a música quer passar, isso acaba influenciando de forma direita ou indireta nos pensamentos, nas emoções, na saúde, nos movimentos do corpo, dentre outros. Desso modo, hoje em dia, em praticamente todos os estilos musicais, há uma infinidade de canções com letras que glorificam o sexo, drogas e violência.

Embora não haja uma pesquisa que vincule concretamente o comportamento de causa e efeito de ouvir essas músicas como gatilho para esse tipo de comportamento, muitos pesquisadores e pessoas concordam que isso certamente incentiva.

Nos anos 50, mesmo o rock and roll dando os seus primeiros passos nos EUA, este já era desaprovado por organizações religiosas, educadores e pais, pois era visto como uma forma de corromper a vida dos jovens. Fato este, que se comprova em diversas músicas do século XXI, onde os mais variados gêneros musicais como pop, punk, rock, funk, rap influenciam milhares de jovens com os hits do momentos e suas letras que fazem apologias aos prazeres ilícitos que o mundo oferece.

Na década de 60, os Beatles incentivaram as pessoas a pensarem fora da norma vigente e a desafiar a sabedoria aceita, algo que desde então tem sido parte integrante das maneiras pelas quais a música muda a sociedade. Um exemplo impressionante veio com o movimento punk.

Quando ocorre um declínio cultural, pilares essenciais de uma sociedade como a educação são afetados, após o declínio da educação, aumenta a facilidade de alienação, que por sua vez, acaba criando uma situação perfeita para os políticos, empresários e outros monopolizadores conseguirem manipular grande parte dos indivíduos.

As boas músicas devem ser preservadas e enaltecidas

Normalmente, não buscamos escutar músicas tristes em momentos felizes, ou músicas de traição quando acabamos de iniciar um relacionamento. Sendo assim, as músicas que escutamos podem dizer muito sobre o nosso estado emocional atual, nosso caráter, dentre outras características.

Um bom exemplo, seria pensar a respeito no perfil de alguma pessoa que tem preferência em escutar um determinado gênero musical e, a partir disso, tentar responder alguns questionamentos importantes. Neste caso, vamos nos focar em pessoas que escutam o Funk, qual o estilo de vida delas? O que elas gostam de fazer? Qual comportamento elas têm no seu dia a dia? Qual classe social é mais adepta a escutar esse gênero musicas? Essa perguntas são para você responder e refletir profundamente sobre cada uma das suas respostas.

Por isso, é muito importante que a sociedade incentive aos mais jovens a escutarem músicas de qualidades, ao invés de escutar músicas que fazem apologias a degradação da família, promiscuidades e outras coisas que corroboram para uma decadência musical e cultural.

Toda a sociedade possui uma multiplicidade cultural, e esta pode ser alterada posteriormente. Porém, preservar uma cultura que valoriza a família, que busca conhecimento com pessoas mais experientes, que valoriza a vida antes e após a gestação, esses e outros temas que são pilares para uma boa sociedade, isso não é ser retrógrado, mas um conservador de bons costumes.